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Academia Oxigênio, página inicial

Abdômen · Peito

Banco declinado

Também chamam de banco de abdominal, declinado, banco inclinado para baixo, banco de prender o pé, supino declinado.

Segurança e manutençãoo que olhar antes de usar e o histórico da máquina›
O banco declinado da Academia Oxigênio, como ele é no salão
É este aquiBanco declinado

Abdominal no banco declinado

Deitado com a cabeça mais baixa que o quadril e os pés presos nos rolos, você sobe o tronco. É o abdominal que fica mais difícil quanto mais o banco inclina, e esse ajuste é a carga: aqui não tem anilha.

Vídeo em gravaçãoo passo a passo acima já mostra a execução completa

Como fazer

  1. Regule a inclinação antes de deitar. Quanto mais a cabeça fica baixa, mais pesado fica. Comece na posição mais rasa e só desça o encosto quando conseguir fazer 15 repetições sem puxar o pescoço.
  2. Prenda os pés nos rolos com o joelho dobrado, e não com a perna esticada. Perna esticada faz você subir puxando pelo quadril, e aí quem trabalha é a frente da coxa.
  3. Mãos cruzadas no peito, não atrás da cabeça. Atrás da cabeça a mão acaba puxando o pescoço quando cansa, e é assim que o pescoço dói no dia seguinte sem a barriga ter trabalhado.
  4. Suba enrolando a coluna, uma vértebra por vez, até a lombar começar a sair do banco. Não precisa encostar o peito no joelho: passar desse ponto é o quadril trabalhando.
  5. Desça devagar, controlando, até as costas encostarem de novo. A descida é onde a maioria joga o corpo e perde metade do exercício.

Onde você vai sentir

  • Barrigaé onde você mais sente
  • Frente da coxaajuda no movimento

O erro que mais acontece

Puxar a cabeça com a mão para conseguir subir.

Quando a barriga cansa, a mão assume o trabalho e puxa o queixo contra o peito. O movimento continua acontecendo e parece que você fez a série, mas quem está sendo esticado é o pescoço. A dor aparece no dia seguinte e ninguém associa ao abdominal.

VariaçãoMão cruzada no peito é o normal. Braço esticado atrás da cabeça deixa bem mais difícil e só faz sentido quando a inclinação máxima já ficou fácil. Segurar anilha no peito é o caminho de quem quer carga, mas só depois dos dois.

Segurança e manutenção

Tem dois lados, e eles não se misturam: o que você olha antes de sentar, e o registro que a academia mantém deste aparelho.

Do seu lado

Quando não usar este aparelho

Se você notar qualquer um destes sinais, não use e avise a recepção. Conferir e consertar o equipamento é a academia que faz; isto aqui é para você saber o que olhar.

  • Rolo do pé com folga ou girando soltoSão eles que seguram você na posição de cabeça para baixo. Rolo que gira sozinho deixa o pé escapar no meio da subida, e você cai de costas.
  • Pino de regulagem da inclinação fora do furoÉ ele que trava o ângulo. Fora do furo, o banco cede de uma vez no meio da série, com você deitado e segurando peso.
  • Estofado rasgado ou afundado nas costasEspuma vencida muda o apoio da coluna sem você perceber, e nesta inclinação é a lombar que paga.
  • Base balançando no chãoCom o corpo inclinado e o peso em movimento, base solta faz o banco andar. Apertar a fixação é serviço da academia.
  • Pé de apoio sem a borrachaMetal direto no piso escorrega. Numa posição em que você não consegue sair rápido, isso é mais sério do que parece.

Do lado da academia

O histórico desta máquina

Rotina de inspeção, o que já foi feito e quando, e os dados técnicos do equipamento. Fica aberto para qualquer um consultar, inclusive a fiscalização.

Ficha completa do equipamentoinspeção, manutenção e dados técnicos›
Quantas séries e quantas repetições?

Isso muda de pessoa para pessoa, então quem define é o professor da sala. Esta página mostra como executar com segurança. Sentiu dor, pare e chame a equipe.